Aplicativos e sistemas
Quanto custa um aplicativo: MVP x produto completo
Quanto custa criar um aplicativo em 2026: faixas por perfil de projeto, o que muda entre MVP e produto completo, o custo mensal e como comparar orçamentos.
Ler conteúdo →Faixas de mercado para criar um site, os fatores que realmente movem o preço, o que costuma ficar fora do orçamento e como comparar duas propostas.
Quem dá um número fechado antes de entender o projeto está vendendo um pacote, não uma solução. O preço de um site nasce de quatro coisas: quantas páginas, quanto design sob medida, quantas integrações e quem produz o conteúdo — todas decididas antes de contratar, e é essa etapa que o nosso guia de criação de site cobre em detalhe.
As faixas de mercado ajudam a calibrar a conversa, e vale conhecê-las antes de pedir orçamento. Em levantamento publicado pelo QueroSite, o caminho “faça você mesmo” aparece entre R$ 1.500 e R$ 3.000 no primeiro ano, o freelancer entre R$ 2.000 e R$ 5.000 e a agência entre R$ 5.000 e R$ 20.000. Já a Agência Colors trabalha com um intervalo que vai de R$ 500 a mais de R$ 50 mil, dependendo do tipo de projeto.
A distância entre esses extremos não é margem de lucro: é diferença de escopo. E é por isso que na Canis cada projeto é analisado caso a caso — dois sites “institucionais” podem estar em faixas completamente diferentes se um tem cinco páginas estáticas e o outro tem área de cliente, integração com CRM e blog estruturado.
| Tipo de projeto | Faixa típica de mercado | O que define o valor |
|---|---|---|
| Site institucional simples (até 5 páginas) | R$ 1.800 a R$ 6.000 | Design adaptado, conteúdo pronto, sem integração |
| Site institucional completo (serviços + blog) | R$ 5.000 a R$ 15.000 | Estrutura por serviço, SEO técnico, blog, medição |
| Landing page de campanha | R$ 800 a R$ 8.000 | Uma página, uma oferta, foco em conversão |
| Loja virtual | R$ 3.200 a mais de R$ 50.000 | Catálogo, pagamento, frete, integração e operação |
As faixas vêm de referências de mercado publicadas por agências brasileiras (consultadas em setembro de 2026) e aparecem também nos próprios resultados de busca do tema — a Agência Colors publica “R$ 500 a R$ 50 mil” e a Hostinger fala em “de R$ 0 a mais de R$ 50 mil” quando inclui planos de construtor. Use como ponto de partida, nunca como tabela de preço de um fornecedor específico.


“Simples” é um termo escorregadio. Na prática, significa até cinco páginas, conteúdo pronto, design adaptado de uma base e nenhuma integração além do formulário de contato.
Nessa configuração, o mercado costuma praticar de R$ 1.800 a R$ 6.000. Abaixo disso, geralmente uma de três coisas aconteceu: o design é template puro, o conteúdo foi empurrado para você, ou o SEO técnico ficou de fora — e vai virar custo depois.
O salto de faixa entre “simples” e “profissional” se justifica quando entram estrutura e responsabilidade:
Nesse cenário, a faixa de mercado fica entre R$ 5.000 e R$ 15.000 para um institucional completo. É o tipo de projeto em que o site deixa de ser despesa de presença e passa a funcionar como canal de aquisição.
Aqui a confusão é frequente, e ela custa caro: página de vendas e loja virtual não são a mesma coisa e vivem em faixas diferentes.
| Projeto | Faixa típica | O que entra |
|---|---|---|
| Página de vendas (landing page) | R$ 800 a R$ 8.000 | Uma oferta, copy, formulário ou checkout externo |
| Loja virtual enxuta | R$ 3.200 a R$ 15.000 | Catálogo, pagamento, frete, tema adaptado |
| Loja virtual completa | R$ 15.000 a mais de R$ 50.000 | Integração fiscal, estoque, ERP, multilojas, regras próprias |
A diferença está na operação, não na aparência. Loja virtual envolve pagamento, frete, estoque, nota fiscal e atendimento pós-venda — e cada um desses pontos adiciona integração, teste e responsabilidade. Uma página de vendas resolve a campanha; uma loja resolve o negócio.
O custo de criação é o começo da conta. Manter um site tem custo recorrente, e ele quase nunca aparece no orçamento inicial.
Planos simples ficam na casa de R$ 20 a R$ 100 por mês; ambientes com mais tráfego, CDN e backup gerenciado passam disso. Hospedagem barata demais costuma cobrar em lentidão e indisponibilidade.
O domínio é anual e costuma custar de R$ 40 a R$ 100 por ano (varia por extensão). O e-mail profissional é cobrado por usuário/mês — é uma linha pequena que faz diferença na credibilidade, e por isso vale incluir no escopo desde o início. O domínio deve estar sempre no seu nome, com seu acesso.
Atualizações, backup, monitoramento, correções e pequenos ajustes. Dependendo do que está coberto, a faixa vai de R$ 100 a R$ 800 por mês. Vale ler o contrato com atenção: “manutenção” pode significar desde “mantemos o servidor de pé” até “evoluímos o site com você”.
Somando hospedagem, domínio e uma manutenção básica, o custo recorrente de um site institucional costuma ficar entre R$ 1.500 e R$ 6.000 por ano; com manutenção completa e mais tráfego, esse total sobe — o que muda a leitura daquele orçamento inicial muito barato.
Os valores desta seção são ordem de grandeza (estimativa a partir das faixas públicas do mercado, não medição nossa). Hospedagem, domínio e manutenção mudam bastante por fornecedor: peça os três por escrito antes de comparar propostas.
A faixa fica mais útil quando você se reconhece em um tipo. As referências por tipo são as da tabela acima, e valem para a criação — o custo recorrente do primeiro ano entra por cima e está detalhado na seção de manutenção:
De onde vêm esses números: referências públicas de agências brasileiras compiladas em setembro de 2026 (QueroSite, Agência Colors, Matilab, Shinier), além das faixas que aparecem nos próprios resultados de busca do tema. É referência de mercado, não tabela de preço da Canis — e a segmentação “simples” e “completo” dentro do institucional é nossa leitura das mesmas faixas.
Repare que o que muda o valor não é a quantidade de páginas: é a quantidade de regra envolvida. Um institucional de dez páginas pode custar menos que uma loja de um produto só, porque a loja precisa de pagamento, frete, estoque e nota.
Toda faixa acima assume que você chega com material. Quando falta, os itens abaixo costumam ser cobrados à parte — e é aí que o orçamento cresce:
É por isso que duas empresas que pedem “um site” recebem propostas muito diferentes: uma chega com tudo pronto, a outra precisa produzir o conteúdo inteiro. Pergunte, item por item, o que está incluso — e o que vai virar cobrança depois.

Não existe preço “justo” absoluto — existe preço coerente com o escopo. Três verificações rápidas:
Sinais de orçamento inflado:
Sinais de orçamento apertado demais:
O que um bom orçamento sempre responde:
escopo fechado com o que não está incluso, prazo com marcos, propriedade do domínio e do código, o que cobre a manutenção e como o resultado será medido. Sem essas cinco respostas, o número não significa nada — nem para cima, nem para baixo.
É aqui que os orçamentos costumam estourar. Estes itens frequentemente não entram no valor combinado:
Pedir essa lista por escrito não é desconfiança: é o que separa o “preço total” do “preço de entrada”.
Propostas com o mesmo valor podem entregar coisas completamente diferentes. Compare por pergunta, não por preço:
| Pergunta ao fornecedor | O que uma boa resposta revela |
|---|---|
| O que exatamente está incluso e o que não está? | Se o escopo é fechado ou elástico |
| Quem executa o projeto? | Se você fala com quem faz |
| O SEO técnico entra? E o conteúdo? | Se o site nasce encontrável ou vai exigir retrabalho |
| O domínio e o código ficam no meu nome? | Se você é dono do ativo ou refém do fornecedor |
| Qual o prazo e quais marcos? | Se o cronograma é realista e depende do quê |
| O que acontece na manutenção, por quanto e por quanto tempo? | O custo real do primeiro ano |
| Como vamos medir resultado? | Se existe compromisso com efeito, não só com entrega |
Duas propostas que respondem a essas sete perguntas podem ser comparadas. Uma que só responde ao preço, não.
O custo escondido do site barato aparece em quatro lugares:
Não é que barato seja ruim por definição: é que barato sem escopo claro transfere custo para o futuro.
Antes de pedir orçamento, vale definir o que o site precisa fazer: público, oferta, ação esperada e origem do tráfego. Com isso em mãos, o orçamento fica comparável — e a conversa com qualquer fornecedor, incluindo a gente, fica mais honesta.
Se você quer entender o que precisa estar definido antes de contratar, escrevemos um guia específico sobre criação de site — e você também pode conhecer o nosso desenvolvimento de sites.
A faixa praticada pelo mercado para um site institucional de até cinco páginas, com conteúdo pronto, costuma ficar entre R$ 1.800 e R$ 6.000. Abaixo disso, verifique o que ficou de fora: design de template, conteúdo por sua conta ou SEO técnico ausente.
Porque o escopo raramente é o mesmo, mesmo quando a descrição parece igual. Diferenças aparecem em quem escreve o conteúdo, se há integração, se o SEO técnico entra, quem executa e o que está coberto na manutenção.
Na assinatura, sim. No total, depende do papel do site. Somando tempo gasto, clientes que não chegam por limitação de performance e busca, e a migração futura, o caminho mais barato na largada pode sair mais caro em dois ou três anos.
Estrutura de páginas por serviço, design alinhado à marca, desenvolvimento responsivo, SEO técnico de base, medição instalada e um período definido de suporte após a entrega. Conteúdo, fotos e integrações variam por projeto e devem estar descritos no orçamento.
Considere hospedagem, domínio, e-mail profissional e manutenção. Na prática, um site institucional costuma ficar entre R$ 1.500 e R$ 6.000 por ano de custo recorrente, dependendo do que a manutenção cobre.
Quanto custa um site é uma pergunta de escopo, não de tabela. O caminho mais seguro é inverter a ordem: primeiro entender o que o site precisa fazer, depois comparar propostas com as mesmas perguntas — e só então olhar o número.
Se depois dessa comparação o valor ainda parecer alto, vale conferir o que está fora do orçamento. O problema costuma não ser o preço da proposta, e sim a diferença entre o que ela entrega e o que o seu site precisa fazer.