SEO
SEO on-page: checklist por página para corrigir o que já existe
Um checklist de SEO on-page na ordem em que a página é corrigida: título, estrutura, links, imagens e canônica — com exemplo antes e depois.
Ler conteúdo →O que é SEO técnico, o checklist na ordem que evita retrabalho e o critério para corrigir internamente ou contratar — com onde conferir cada item.
SEO técnico é o conjunto de decisões de infraestrutura que permitem ao buscador rastrear, indexar e renderizar o site: acesso, arquitetura, canônicas, velocidade, versão móvel e dados estruturados. Sem essa base, página boa e conteúdo bom não entram na disputa.
O Google descreve a busca em três estágios — rastreamento, indexação e exibição — e avisa que não garante nenhum deles, mesmo que a página siga os fundamentos (Como a Pesquisa Google funciona, consultado em 22/10/2026). Por isso SEO técnico se mede por estado verificável, não por promessa: a página é acessível? está no índice? é renderizada?
Fica de fora o que a página diz — isso é SEO on-page —, os links de outros sites (off-page) e a visão da estrutura do site, em site otimizado para o Google, o artigo pai deste. Se a dúvida ainda é “o que é SEO”, comece por otimização para motores de busca.
Site pequeno e estável não precisa de cota de rastreamento: a documentação diz que o guia serve a sites muito grandes e atualizados com frequência (Otimizar sua cota de rastreamento, consultado em 22/10/2026).
Antes de corrigir, classifique a queda. O Google documenta seis causas: atualização algorítmica, problema de segurança ou spam no site inteiro, sazonalidade, problema técnico no site, mudança de interesse e falha de relatório (Depurar quedas de tráfego, consultado em 22/10/2026).
Quatro perguntas separam os casos:
noindex ou conteúdo.site:? Se não aparece, o problema é de indexação, não de posição.O Search Console responde a maior parte: o relatório de indexação mostra o motivo da exclusão e a inspeção de URL mostra o que o Google viu — status, canônica e HTML renderizado. Mas leia o motivo: URL não indexada nem sempre tem problema — cópia, página removida de propósito e duplicata entram nessa lista legitimamente (Relatório de indexação de páginas, consultado em 22/10/2026). Se você já tem o relatório e a dúvida é o que exigir dele, o caminho é auditoria de SEO.
A ordem é de bloqueio: acesso, indexação, renderização, experiência e dados estruturados. Corrigir experiência antes de acesso é trabalho perdido — a página nem é lida.

O Google só considera página que o rastreador alcança: sem bloqueio, com código de status 200 e conteúdo indexável (Requisitos técnicos da Pesquisa Google, consultado em 22/10/2026). Confira regras, firewall e CDN. Duas armadilhas comuns: robots.txt não tira página do índice — para isso é noindex ou senha (Introdução ao robots.txt, consultado em 22/10/2026); e resposta 200 não garante indexação (Códigos de status HTTP, consultado em 22/10/2026).
Aqui se decide qual URL representa o conteúdo. noindex esquecido após um teste tira a página do índice; canônica apontando para outra URL transfere os sinais. A canônica é indício forte, não regra: o Google pode escolher outra versão, e nenhum método é obrigatório (Como especificar um URL canônico, consultado em 22/10/2026). Sitemap ajuda a descobrir URLs e não garante rastreamento nem indexação (Saiba mais sobre sitemaps, consultado em 22/10/2026).
Se conteúdo ou links só existem depois do JavaScript, o Google precisa renderizar a página para vê-los — e não renderiza JavaScript bloqueado por regras (Princípios básicos de SEO em JavaScript, consultado em 22/10/2026). Links de navegação precisam ser <a href> de verdade. Arquitetura entra aqui: confira a distância das páginas importantes até a home e se alguma ficou órfã.
O Google indexa e classifica pela versão móvel do site (Práticas recomendadas para sites móveis, consultado em 22/10/2026). Os limites de experiência são objetivos: LCP até 2,5 s, INP até 200 ms e CLS até 0,1, medidos no 75º percentil, separados por celular e desktop (Web Vitals, consultado em 22/10/2026). Dado de laboratório aponta o problema; dado de campo confirma se ele é real.
JSON-LD é o formato recomendado, e a marcação qualifica a página para resultados enriquecidos — ela não garante exibição, mesmo quando o teste não acusa erro (Diretrizes gerais de dados estruturados, consultado em 22/10/2026). Trate como acabamento, não como conserto de indexação.
| Frente | Onde conferir | Aprovado quando | Se falhar |
|---|---|---|---|
| Acesso | arquivo de regras e inspeção de URL | o rastreador recebe 200 | liberar caminho e revisar firewall |
| Indexação | relatório de indexação e inspeção de URL | URL importante indexada, com uma canônica | remover noindex e unificar a versão |
| Renderização | HTML entregue e página renderizada | conteúdo e links presentes no HTML | ajustar renderização e usar <a href> |
| Experiência | relatório de Core Web Vitals | métricas boas no 75º percentil | priorizar a pior métrica |
| Dados estruturados | teste de resultados enriquecidos | marcação válida e compatível | corrigir propriedades obrigatórias |
Um exemplo de prioridade: se a inspeção mostra noindex, não otimize imagem nem reescreva título antes de removê-lo. Página que responde 404 pede o mesmo: primeiro o status, depois o conteúdo.
Dá para corrigir internamente com três condições: acesso à publicação, ambiente para testar e alguém que leia o Search Console. Sem as três, a correção vira tentativa.
O time fecha itens de CMS (título, noindex, canônica), redirecionamento simples, sitemap e imagem pesada. Costuma exigir desenvolvimento: renderização no servidor, template, dados estruturados, performance de código e migração.

Escreva o critério de parada antes de começar. Pare quando a correção exige código de produção sem ambiente de teste, quando a página segue fora do índice após duas rodadas ou quando a queda coincide com migração.
Se o gargalo é priorização e acesso técnico, o diagnóstico técnico de SEO da Canis é o próximo passo — corrigir sem saber qual frente bloqueia é o erro mais caro.
Contratar faz sentido quando falta acesso técnico ou priorização — não quando falta disposição para corrigir. Cinco condições objetivas:
O escopo e o custo variam com porte do site, plataforma, número de modelos, dependência de terceiros e se o trabalho é pontual ou contínuo. Quem cobra por número de palavras ou por “nota do site” mede outra coisa. Para comparar propostas, use o roteiro de auditoria de SEO.
Registre a linha de base antes de mexer: data, cliques, impressões, páginas indexadas, Core Web Vitals e contatos. Sem isso, não dá para separar o efeito da correção do resto.
Depois da mudança, confirme o estado no Search Console em vez de acompanhar o ranking de uma consulta e compare janelas de mesma duração — sazonalidade é causa documentada de queda. Indexação não muda da noite para o dia.
Não. O técnico cuida do site inteiro — acesso, indexação, renderização, arquitetura e experiência. O on-page cuida do que está dentro da página: intenção, título, estrutura, links e imagens.
Pode ser noindex, canônica apontando para outra URL, bloqueio no arquivo de regras, conteúdo duplicado ou página sem links internos. O relatório de indexação mostra o motivo — e parte dos casos é exclusão legítima.
Não é obrigatório. O sitemap ajuda o buscador a descobrir URLs, principalmente em site grande ou novo; não garante rastreamento nem indexação.
Depende do motivo e do tempo de reprocessamento do buscador. Por isso a verificação é por estado — indexada, renderizada, respondendo 200 — e por janelas equivalentes, não por uma data fixa.
Se só puder executar uma coisa, rode a inspeção de URL nas páginas que mais trazem contato: o que aparecer ali define a ordem. O resto do checklist espera. Para transformar o achado em plano priorizado, o serviço de SEO da Canis faz o diagnóstico e a fila de execução.